Mecânica

Conheça o super iate com desenho espacial

Conheça o super iate Adastra
O desenho "espacial" do Adastra impressiona, qualquer que seja o ângulo do qual ele seja visto. [Imagem: John Shuttleworth]

Trimarã

Depois de quatro anos desafiando os engenheiros a encontrar soluções que permitissem sua construção, o super iate Adastra foi colocado na água pela primeira vez.

Projetado pela empresa de arquitetura e design John Shuttleworth, o barco é um trimarã de 42,5 metros projetado para levar nove passageiros, auxiliados por cinco tripulantes.

Foi necessária a participação de pelo menos três empresas de engenharia para finalizar os cálculos estruturais que permitiram a construção do barco, o que foi feito em Zhuhai, na China.

Foi necessário também desenvolver um modelo de computador para simular as cargas de impacto lateral, a força do impacto das ondas e o efeito torsional da navegação sobre toda a estrutura, devido ao seu aspecto quase "espacial".

Conheça o super iate Adastra
Foi necessário desenvolver um novo modelo de computador para fazer os cálculos estruturais do barco. [Imagem: John Shuttleworth]

Super materiais

O "chassi" do barco foi feito de fibra de carbono com um núcleo de um polímero especial em forma de favos de mel, chamado Nomex™.

O casco é formado por um sanduíche de Kevlar™ e fibra de vidro.

Para reduzir o peso, praticamente todo o interior do Adastra teve que ser feito sob encomenda, dos painéis que servem de paredes e escadas, até as dobradiças.

Conheça o super iate com desenho espacial
O apelo "espacial" do design aparece de todos os ângulos. [Imagem: John Shuttleworth]

Autonomia e consumo

Se ele navega bem, mantê-lo parado é outra história: são necessárias três âncoras para estabilizar seu movimento no porto.

A velocidade máxima do Adastra é de 42 km/h (22,5 nós), mas o que mais impressiona para um iate particular é a autonomia, de cerca de 6.500 km.

O consumo de combustível é estimado em 2,1 litros por quilômetro, o que é considerado altamente eficiente para um barco.

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A autonomia do trimarã é suficiente para uma travessia da Europa aos Estados Unidos. [Imagem: John Shuttleworth]





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