Informática

Internet das Coisas: Plataforma livre para desenvolvedores

Internet das Coisas plataforma livre para desenvolvedores
Imagine como dar inteligência a qualquer coisa, faça seu aplicativo e coloque-o no mercado. [Imagem: Compose/Divulgação]

IdC

Um consórcio de pesquisadores de oito países, financiados pela União Europeia, está criando um novo ecossistema de negócios para tentar impulsionar a Internet das Coisas (IdC).

Apesar de figurar na lista das tecnologias do futuro há vários anos, a tentativa de conectar todos os aparelhos e qualquer tipo de objeto à internet ainda não decolou, mesmo com esforços que incluíram uma linguagem própria e um site de aplicativos e o lançamento de um kit de código aberto para desenvolvedores.

O projeto COMPOSE está fazendo uma nova tentativa, agora com uma plataforma em nuvem que ajuda os desenvolvedores a navegar pelo ambiente caótico de um conceito que ainda não está claro para eles próprios - os desenvolvedores - e nem para os usuários e consumidores.

Apps

COMPOSE é uma sigla em inglês para "Mercado colaborativo aberto para colocar objetos ao seu serviço".

O objetivo da iniciativa é permitir que os desenvolvedores criem aplicativos que forneçam serviços de IdC e os lancem rapidamente no mercado, sejam sistemas de compras a partir da geladeira, de informação do trânsito a partir do carro ou aplicativos para o monitoramento do consumo de energia e uso da água nas residências.

"Estamos dando aos desenvolvedores um balcão único onde é fácil projetar e implementar aplicações da Internet das Coisas, fornecendo blocos de construção para que eles possam criar seus próprios aplicativos," explicou o coordenador do projeto, Benny Mandler. "Esperamos que a abertura desta porta ao reino dos desenvolvedores menores vá conduzir a uma maior inovação."

Para ajudar, a equipe já desenvolveu bibliotecas de software que podem ser baixadas gratuitamente do repositório de código aberto GitHub.

Objetos inteligentes

A equipe está constantemente adicionando novos itens para que os programadores possam dispor de "objetos inteligentes" ou de módulos para dar inteligência aos seus próprios objetos.

A ideia é que os módulos e bibliotecas possam ser combinados para criar rapidamente novos aplicativos, sem a necessidade de começar do zero.

O desafio agora é saber se a participação da comunidade de desenvolvedores conseguirá dar impulso próprio ao projeto, que oficialmente termina em Outubro deste ano - o impulso inicial foi dado por 12 parceiros de seis países europeus, a maioria grandes empresas e universidades.





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