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Registros de marcas e softwares no INPI aumentam em 2016

Marcas e patentes

O INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) divulgou balanço dos pedidos de registro feitos no primeiro bimestre deste ano.

O maior aumento envolveu o registro de programas de computador, cujos depósitos alcançaram 206, revelando incremento de 17% sobre o primeiro bimestre do ano passado.

Os pedidos de registro de marcas alcançaram 22.372, com incremento de 7% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Já os pedidos de patente depositados no órgão somaram 4.575, número estável em comparação com os 4.570 pedidos feitos em janeiro e fevereiro de 2015.

O boletim mostra ainda queda de 13,5%, em janeiro e fevereiro, nos pedidos de registro de desenhos industriais (caindo de 953 para 824) e de 39,5% nos pedidos de averbação de contratos de tecnologia (de 258 para 156).

Patentes eletrônicas

A grande maioria (89%) dos pedidos de patentes foi feita por via eletrônica. O serviço "e-Patentes" foi utilizado mais por pessoas não residentes no país (97%) do que por residentes (65%).

Entre os depósitos de patentes de residentes, o destaque ficou para as pessoas físicas, que responderam por 666 pedidos, ou 63% do total, seguidos das empresas de médio e grande porte (137 pedidos ou 13%); microempreendedor individual, microempresas e empresas de pequeno porte (121 pedidos ou 11%) e institutos de ensino e pesquisa e governo (120 pedidos ou 11%).

O INPI salientou que em quase todas as categorias, mais de 60% dos pedidos foram referentes a patentes de invenção.





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