Energia

Células solares de TiO<sub>2</sub>

Pesquisadores da Universidade Bath (Inglaterra) desenvolveram uma tecnologia alternativa para produção de energia solar. A pesquisa introduziu a utilização de um elemento incomum nesse campo de pesquisas: um branqueador, elemento presente, por exemplo, em pastas de dentes.

Baseadas no princípio de Gratzel, as células produzidas pelo grupo chefiado pelo Dr. Allison Walker, utilizam partículas de dióxido de titânio (TiO2), cobertas por uma espécie de tinta que absorve a luz solar. As partículas são colocadas entre dois eletrodos em um eletrólito, uma solução contendo íons de iodo. As células geram eletricidade quando a energia do sol é suficiente para movimentar os elétrons do TiO2 de uma camada para outra. Os elétrons então se movem para outra partícula e daí em diante até o eletrodo. Os íons de iodo transportam elétrons para o outro eletrodo e assim o ciclo se fecha. A condução de eletricidade dura enquanto a energia do sol for suficiente para manter a movimentação dos elétrons.

A grande vantagem destas células é que o TiO2 é um material barato e disponível em grandes quantidades, o que pode torná-las uma opção muito barata.





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