Robótica

Andadores começam a ganhar inteligência

Andadores começam a ganhar inteligência
Ainda não é possível chamar o aparelho de "andador robotizado", mas ideias para novos melhoramentos não faltam. [Imagem: VTT/Divulgação]

Andador inteligente

Enquanto os exoesqueletos não se tornam práticos e baratos, a tecnologia pode ajudar a melhorar os equipamentos que já são utilizados hoje por idosos e pacientes em recuperação.

Olli Kuusisto e seus colegas do Centro de Pesquisas Técnicas da Finlândia, por exemplo, decidiram melhorar os conhecidos andadores.

Eles equiparam um andador disponível comercialmente com sensores e um módulo de processamento cujo software analisa as condições físicas e as atividades diárias do usuário.

Isto permite que o andador colete informações sobre a saúde e a capacidade física do usuário, como distâncias percorridas, duração e velocidade da caminhada, força da pressão manual etc.

"Outras funcionalidades também podem ser desenvolvidas, como alarmes de queda ou monitoramento do estado motor. Os dados podem ser comparados às metas do usuário, às de um grupo de referência ou de um amigo," disse Kuusisto.

Tudo é registrado no aparelho, mas é possível também enviar dados - principalmente de alarme - em tempo real para cuidadores, familiares ou mesmo para o hospital.

Ainda não é possível chamar o aparelho de "andador robotizado", mas ideias para novos melhoramentos não faltam: por exemplo, um modelo mais sofisticado poderia detectar deslocamentos bruscos - indicadores de desequilíbrios - e tentar compensá-los, como em veículos como o SegWay.





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