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Rede acadêmica Ipê chega ao Amazonas

Com informções do MCTI - 07/10/2012

Rede acadêmica Ipê chega ao Amazonas
A rede Ipê conecta as principais universidades e institutos de pesquisa do país entre si e a equivalentes estrangeiras.
[Imagem: RNP]

Ipê de luz

A rede acadêmica Ipê chegou a Manaus, levando aos cientistas da região uma conexão à internet cinco vezes mais rápida.

Infraestrutura baseada em tecnologia de transmissão óptica, a rede Ipê conecta as principais universidades e institutos de pesquisa do país entre si e a equivalentes estrangeiras.

Ela é operada pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), organização social supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

A rede Ipê ampliou a velocidade agregada da rede do estado do Amazonas de 200 megabits por segundo (Mb/s) para 1 gigabit por segundo (Gb/s).

Transposição do Solimões

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antonio Raupp, avaliou que a rede Ipê em Manaus contribuirá para fortalecer o desenvolvimento da região Norte.

"Essa nova capacidade trará mais desenvolvimento para a região Norte, permitindo que diminua, cada vez mais, a desigualdade [diante] do restante do país", avaliou o ministro.

Dez instituições manauaras se beneficiarão diretamente da conexão mais rápida à internet.

"Estamos dando um salto estrutural na qualidade da RNP em Manaus. Em vez da transmissão via rádio, de menor capacidade e maior instabilidade, a transmissão passa a ocorrer por meio de fibras ópticas, o que garante maior tráfego de informações e também maior estabilidade nas conexões", explicou Raupp.

Para ampliar a velocidade da rede, foi necessário transpor o rio Solimões, o que não era possível anteriormente com a tecnologia disponível.

Nuvem amazônica

O Ministro também anunciou a instalação, na capital amazonense, do Centro de Dados Compartilhados (CDC), uma grande central de armazenamento (datacenter), para atender à demanda crescente da região.

Uma vez conectado à rede acadêmica nacional, o Centro de Dados Compartilhados servirá para armazenamento em nuvem e computação distribuída que dará suporte às atividades educacionais e de pesquisa científica.







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