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Mecânica

Zepelix: um dirigível para missões humanitárias

Redação do Site Inovação Tecnológica - 25/08/2015

Zepelix: um dirigível para missões humanitárias

[Imagem: Bombardier/Divulgação]

Retorno dos dirigíveis

Depois de tentar conquistar as estradas com um ônibus do futuro, a canadense Bombardier está de volta aos céus, agora tentando conquistar os ares com algo mais leve do que os aviões.

Batizado de Zepelix, esse imenso dirigível poderá ser capaz de transportar mais de 500 toneladas de alimentos, suprimentos, material de apoio e pessoas durante missões humanitárias e de atendimento a vítimas de desastres naturais.

Os dirigíveis têm sido as maiores aeronaves do mundo desde o século XIX, e tem havido vários esforços para trazê-los de volta à cena aeronáutica.

Esses esforços incluem desde aeronaves híbridas e balões futuristas movidos a energia solar, até cruzadores estratosféricos.

Zepelix

Zepelix: um dirigível para missões humanitárias

[Imagem: Bombardier/Divulgação]

O Zepelix é mais conservador, sendo um melhoramento de um protótipo em escala menor já construído pela empresa canadense.

Em sua especificação final - se chegar a ser construído - o dirigível terá uma faixa operacional de quase 10.000 km, o que significa que ele poderia chegar a virtualmente qualquer ponto da Terra.

Portas gigantescas permitirão a entrada de equipamentos pesados, incluindo caminhões completos, totalmente carregados, prontos para trabalhar assim que o dirigível encontrar uma área aberta que permita seu pouso, o que dispensa os aeroportos.

Cargas humanitárias

Zepelix: um dirigível para missões humanitárias

[Imagem: Bombardier/Divulgação]

O tecido de cobertura do dirigível deverá ter células solares orgânicas incorporadas em toda a sua extensão, gerando eletricidade suficiente para o funcionamento da sala de controle e de salas de armazenamento refrigerado.

O desenho do Zepelix foi inspirado nas tartarugas marinhas, com as quatro patas funcionando como dutos de ar para facilitar na dirigibilidade e no pouso.

A empresa reconhece que a capacidade de carga - 500 toneladas - é grande, mas não o suficiente para viabilizar operações comerciais de transporte, razão pela qual a Bombardier aposta em missões humanitárias, onde o custo não é uma questão, mas a capacidade de chegar a qualquer lugar sem infraestrutura é essencial.







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