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Estrelas liberam fogos de artifícios celestes ao morrer

ESO - 14/04/2011

Estrelas liberam fogos de artifícios celestes ao morrer
Algumas das estrelas que se formam em regiões como a NGC 3582 são muito mais pesadas do que o Sol.
[Imagem: ESO/Digitized Sky Survey 2/Joe DePasquale]

Morte estelar

Esta imagem da nebulosa NGC 3582 mostra arcos de gás gigantes muito parecidos a proeminências solares.

Acredita-se que estes arcos tenham sido ejetados por estrelas moribundas, formando-se nesta maternidade estelar ao mesmo tempo que estrelas jovens.

Algumas das estrelas que se formam em regiões como a NGC 3582 são muito mais pesadas do que o Sol. Estas estrelas enormes emitem energia a taxas prodigiosas e têm vidas muito curtas, terminando em explosões de supernovas.

O material ejetado durante estes eventos dramáticos cria bolhas no gás e poeira circundantes. Esta é a origem provável dos arcos observados nesta fotografia.

As estrelas jovens muito energéticas emitem radiação ultravioleta intensa, que faz brilhar o gás da nebulosa, produzindo o espetáculo flamejante observado na imagem.

Navio de Jasão

A NGC 3582 faz parte de uma enorme região de formação estelar da Via Láctea, chamada RCW 57. Situa-se próximo do plano central da Via Láctea na constelação austral de Carina (a quilha de Argo, o navio de Jasão).

John Herschel, que deu nome ao Telescópio Herschel, foi o primeiro a observar esta complexa região de gás brilhante e nuvens de poeira escura em 1834, durante a sua estadia na África do Sul.

Esta imagem foi obtida através de diversos filtros. Os dados obtidos pelo telescópio do ESO através de um filtro vermelho são mostrados em verde e vermelho, e os obtidos através de um filtro que isola o brilho vermelho característico do hidrogênio também se encontram a vermelho. Dados adicionais do Digitized Sky Survey estão em azul.







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