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Pequenas empresas têm dificuldade para contratar serviços tecnológicos

Com informações da Agência Brasil - 14/11/2014


O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) apresentou os primeiros resultados da implantação da Rede de Serviços Tecnológicos (RST) - uma cooperação internacional iniciada em 2013 visando incentivar o aumento da competitividade das pequenas empresas, por meio da promoção de serviços tecnológicos, com foco na inovação.

Ao todo, 763 empresas dos setores de móveis e calçados instaladas em cinco estados (Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina) fazem parte do projeto.

Segundo o diretor técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, o RST cruza os serviços tecnológicos oferecidos por universidades, centros de pesquisa e laboratórios com a demanda apresentada pelas empresas.

"Muitas vezes a demanda não está clara, não está articulada, e a oferta não surge como resposta à demanda. O que nós fazemos é articular isso, para que a oferta de tecnologia possa atender à demanda por inovação", explicou.

Mercado tecnológico

Para o diretor, investir em inovação é fundamental para a inserção das empresas em novos mercados, para o aumento da produtividade, do emprego e da renda.

Ele disse que "no Brasil, o mercado tecnológico é incipiente para pequenas empresas industriais. Enquanto as grandes empresas podem contratar serviços, criar laboratórios de desenvolvimento de tecnologia. Por isso, para que as pequenas empresas possam ter competitividade, é necessário incentivos como este".

"A metodologia de trabalho de RST favorece a articulação entre empresas, institutos de ciência e tecnológica, universidades e governos locais para organizar e disseminar a inovação em toda cadeia produtiva. Com isso, o Projeto RST agrega os diferentes programas nacionais do Sebrae à atuação em cadeias produtivas, para constituição de redes de inovação," afirma Carlos Alberto.

De acordo com o Sebrae, as empresas participantes do projeto devem ser acompanhadas por três anos, e não é mais possível que outros produtores façam parte da primeira fase do RST.







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